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Felicidade é uma chávena de café (ou chá...ou chocolate quente) e um bom livro

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Segredos de uma Ilha- (uma espécie de) Divulgação

Se conhecem o blogue desde os tempos áureos da sua criação, ou há algum tempo vá,certamente notaram que em toda a minha instabilidade uma coisa se manteve estável: nunca fiz uma divulgação personalizada a um livro (sem ser em pseudo-opiniões)

Aliás, desde que me deixei de parcerias deixei de divulgar livros aqui no blogue sem ser dessa forma. Porém chegou o dia de  fazer algo inédito: a divulgação completamente personalizada de um livro que não li (e não vos vou mentir, não vou ler. A minha mami poderosa vai though )

Eu sei, também estou chocada!

Porque é que vou fazer isto? Não meus amores, não tenho uma arma apontada à cabeça. Este texto não terá pedidos sublimares de ajuda à la Marina Joyce. Vou fazer isto porque:

a) Conheci pessoalmente os autores na Feira do Livro do Funchal e eles são simplesmente amorosos
b) Grande parte do livro passa-se na Madeira, logo publicidade ao livro= publicidade à ilha

Infelizmente também estou a fazer publicidade à Chiado. Respira Cata, não pira.



Há uns tempos, e por uns tempos quero dizer quase um mês, estive a beber chá com a Natacha na Loja de Chá do Funchal (um sítio óptimo para amantes de chá com sabores fabulosos como chocolate-menta, morango-nata, iogurte-cereja, caramelo-nata, piña-colada....vocês já perceberam onde quero chegar) e ela fez-me uma lista de alguns sítios da Madeira que poderão encontrar em Segredos de uma Ilha.


Tomei a liberdade de cortar a lista para não vos spoilar todos e reduzi a 3. Pareceu-me um número simpático. 
Aviso: Nenhuma das fotos que se segue é da minha autoria.

Paul da Serra


Como não amar o Paul da Serra? Agora está meio queimado, por causa dos incêndios, mas ainda assim... é dos sítios mais TOP da ilha. E dos poucos com uma estrada recta que se prolonga por km  em vez das curvas e contra curvas que me deixam mal disposta se forem feitas da terceira para cima. Além de que ficam perto das 25 Fontes, que por sinal é dos lugares que...ainda não fui. Mas quero ir. Googlem. 

Porto Moniz


Talvez já tenham ouvido falar no Porto Moniz devido às famosas piscinas naturais que são um must. No livro, segundo a Natacha, o Porto Moniz é mencionado por causa de uma discoteca chamada O Encoberto. Consta que quem leu o livro nunca mais viu a discoteca com os mesmos olhos. Não posso confirmar ou desmentir. Não li o livro, nem conheço a discoteca. A minha ideia de noite louca consiste em ficar acordada até às 02:30 a acabar um livro. #thuglife


Lagoa do Fanal

Para último lugar acabei por me debater: escolho um lugar que conheço ou não conheço... que a Natacha me disse o porquê de estar no livro ou apenas que estava no livro?
Optei pela segunda opção nas duas questões e quando fui ver as imagens os meus olhos duplicaram de tamanho. Preciso de sair mais do meu trilho e explorar mais a minha própria ilha. Como é possível nunca ter visto isto? Oh Lord *_* 

~~~

Terminarei a divulgação da maneira mais cliché possível: Leiam o livro; venham à ilha. Sayonara.

domingo, 8 de maio de 2016

Graphic May| Marbles: Mania, Depression, Michelangelo, and Me

Sinopse:
Cartoonist Ellen Forney explores the relationship between “crazy” and “creative” in this graphic memoir of her bipolar disorder, woven with stories of famous bipolar artists and writers.

Shortly before her thirtieth birthday, Forney was diagnosed with bipolar disorder. Flagrantly manic and terrified that medications would cause her to lose creativity, she began a years-long struggle to find mental stability while retaining her passions and creativity.

Searching to make sense of the popular concept of the crazy artist, she finds inspiration from the lives and work of other artists and writers who suffered from mood disorders, including Vincent van Gogh, Georgia O’Keeffe, William Styron, and Sylvia Plath. She also researches the clinical aspects of bipolar disorder, including the strengths and limitations of various treatments and medications, and what studies tell us about the conundrum of attempting to “cure” an otherwise brilliant mind.

Darkly funny and intensely personal, Forney’s memoir provides a visceral glimpse into the effects of a mood disorder on an artist’s work, as she shares her own story through bold black-and-white images and evocative prose.

Opinião:

Marbles : Mania, Depression, Michelangelo, and Me foi a primeira BD de não-ficção que li para este projecto. Mais precisamente, Marbles é uma memória gráfica da autora sobre bipolaridade.

Adorei!

Comecei a medo, confesso. Estive a folheá-la antes e haviam partes que me pareceram super confusas à primeira vista, mas tudo se encaixa no lugar depois.

Não estou muito por dentro da bipolaridade, porém acho que a Ellen captou e transmitiu bem a essência da doença, o carrosel de emoções causado pela alternação entre períodos de euforia (não sei se é este o termo correcto) e depressão, a confusão e o medo de que os medicamentos lhe afectassem a criatividade (considerando que ela dependia da sua criatividade para viver)

É um livro óptimo para discutir, aliás planeio fazer isso mesmo com a Jojo, mas escrever uma opinião sobre ele revela-se complicado. Existe muito para falar, mas pelo menos eu sinto a necessidade que a outra pessoa conheça a história, caso contrário acho que não conseguirá acompanhar-me e isso restringe-me a linha de raciocínio. Isto faz sentido para vocês?


Classificação:


sábado, 7 de maio de 2016

Graphic May| Ordeal by Innocence

Sinopse:
Evidence that clears the name of a boy sentenced for killing his adopted mother arrives too late to save his life - so who did kill her? No one felt sorry when Jacko Argyle died in prison. Everyone knew he killed his mother by striking her over the head with a poker from the fire. But when a doctor turns up at the house two years afterwards with proof of Jacko's innocence, the whole family is horrified. Because it can mean only one thing - that their mother's killer is still among them...Ordeal by Innocence was cited by Agatha Christie in her Autobiography as one of her favourite novels, a detective story which plays on the shock of an innocent man's conviction and its impact on his family. This adaptation is both modern and cinematic, and brings out all the mystery and tension of this classic whodunit. Famed for her crime masterpieces, Agatha Christie's books have become the best-selling in the world, appealing to readers young and old for their ingenious plots and immediately recognizable characters. The stories have also transcended the printed page, become bestselling audiobooks and award-winning films, plays and television series. Now words and pictures combine in an exciting new way of telling these stories - full-colour graphic novels which enhance the original stories and offer a completely new way of enjoying some of the world's most popular and exciting mysteries.

Opinião:
Esta é a primeira adaptação a BD de um livro de Agatha Christie que li e li-a sem ler o livro original, por isso não vos posso dizer se é uma adaptação fiel ou se modificou alguma coisa.

A arte é boa. Não diria excepcional, mas não é das piores que já vi. A história em si é agradável, o mistério prendeu-me e andei o livro inteiro a formular teorias. A resolução/revelação foi a minha parte favorita. 

Porém existiram alguns pontos que me deixaram meio mnhe... 

Há um romance no livro que não gostei. Foi ri-dí-cu-lo. Quando cheguei ao final só consegui dizer "só podem estar a gozar comigo.."

Mas depois de pensar sobre o assunto, cheguei à conclusão que talvez o que me irritou no romance esteja intimamente ligado ao outro ponto que me deixou...mnhe à falta de melhor expressão. A sensação com que fiquei foi esta: a BD abrange o essencial do livro original, mas corta em tudo o resto. Isso resulta em transições mais ou menos abruptas na história e na evolução das personagens, bem como nas reacções das personagens que por vezes parecem desproporcionais, bem como na construção do ambiente pesado em que as personagens suspeitam umas das outras.

Preferiria que a BD tivesse mais algumas páginas e fosse construída mais gradualmente.
Ao mesmo tempo, penso que a minha opinião seria diferente se conhecesse a história de antemão.

Classificação:



domingo, 1 de maio de 2016

Graphi May| Empty Zone Volume 1: Conversations with the Dead

Sinopse:
Eisner nominated artist JASON SHAWN ALEXANDER (Abe Sapien: The Drowning, Queen and Country) brings us a future 80 years after a worldwide black out. The world is a much darker and scarier place. Corinne White is an ex-soldier turned black market spy, data courier, manic-depressive, alcoholic. Punishing herself for mistakes from her past, Corinne is brought out from her spiral when she's contacted by her dead fiends who inform her of a plot to reanimate the bodies of the dead by a psychotic billionaire. EMPTY ZONE follows Corrine as she confronts these undead monsters and comes to terms with her past. Collects EMPTY ZONE #1-5. 

Opinião:
Comprei esta BD após a ter descoberto no instagram do Leonardo (aqui) e dele me ter dito que a arte foi complemente feita à mão. Foi isso que a tornou tão irresistível.

Claro que ter uma protagonista super badass com uma incapacidade física não magoa, de facto até me faz brilhar os olhinhos. Precisam-se mais personagens assim.

O que podem esperar de Empty Zone Volume 1 é uma BD com acção, violência, sexo (o que me lembra... não é para todas as idades. E há sexo F-F, sooooo... o sexo não é para todos os gostos), álcool, pessoal completamente bizarro e zombies.

Pessoalmente, não sou grande fã de zombies e estes não foram excepção à regra. Gostei da história de como se tornaram mortos-vivos, mas de resto.. mnhee

Posso dizer-vos que vou continuar com a série, sim, mas não é uma prioridade. Comprarei o segundo volume (que ainda não saiu) quando e se o conseguir a um preço acessível.


Classificação:



sábado, 23 de abril de 2016

Graphic May | Apresentação

Olá!
Em Maio vou participar no Graphic May com a Jojo d'Os Devaneios da Jojo.
Isto significa que lerei (ou relerei em dois casos específicos) uma tonelada de bandas desenhadas. A sério, só uma que a Jojo me vai emprestar pesa quase 2 kgs. God help me!

Vão haver fotos no instagram (meu e da Jojo), opiniões cá no blog (espero eu) e vídeos no canal da Jojo.

Era só para avisar :P